segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Amar é dor

É inexplicável a dor de amar. Palavras existem para descrever. Algo que te corrói por dentro, como se cada pedacinho do coração estivesse se estilhaçando bem devagar, trazendo sofrimento, lágrimas, desespero, fraqueza, e até um sentimento de inferioridade. Por que quando amamos nos permitimos que o outro faça isso conosco? Por que não nos controlamos perante as situações de contato com a pessoa amada? Ou será apenas o vínculo da convivência? 
Dizem que o amor e o amar é muito bom. Mas, pensando de um lado, talvez não seja. Amor de verdade não nos traria coisas ruins, nos traria apenas coisas boas. Será? 
É necessário descobrir-se o que significa esse tal sentimento de amor, a expansão que ele tem, o que ele pode nos trazer, e se vale a pena se ter dentro de nós. Tipos de amor, já sabemos que existe, que são eles: de irmão, de homem e mulher, de amizade, entre outros. Deus até diz em um dos seus mandamentos "amai o próximo". O próprio criador também já sabia da existência deste sentimento. Mas, às vezes será que o próximo, como Deus manda amar, merece realmente nosso amor? Será que o mesmo é digno de receber essa dádiva? Amor só é considerado dádiva, quando se é verdadeiro, fora isso, em outras concepções, ele é o fracasso. 
Numa decepção, dor e amor fazem o mesmo efeito. Pois, se sente dor quando se tem amor. Por que inventaram esse lance de amor? Por que o nosso único órgão que bombeia nosso sangue e é responsável pelos nossos batimentos cardíacos tem que nos avisar quando estamos apaixonados, quando amamos alguém. Além de falar sobre o amor, Deus também inventou o corpo humano, e consequentemente, o coração. Sua arte foi bem talentosa se formos analisar pela parte biológica da teoria. Em compensação se formos pensar pela razão dos efeitos maus que o amor causa, podemos pensar: "Droga, por que Adão e Eva foi desobedecer as ordens de Deus"? E foi a partir disso, que se começaram a surgir a existência das coisas e dos sentimentos ruins, como castigo de Deus para com os homens, criações baseadas as suas semelhanças. 
Os homens sempre com intuito de desobedecer, não só em relação a situações banais, mas principalmente no amor. Somos falhos, e decepcionantes quando se trata do outro. Covardes, quando se refere a fuga deste sentimento, e orgulhosos quando não assumimos nossos erros, não perdoamos, e sofremos.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Não brinque com sentimentos

Às vezes brincamos com as pessoas e com nossa própria vida. Extravazamos, fazemos o que vem a nossa mente, e ao que aquele momento nos incita a fazer. E acabamos por não pensar nas consequências e escolhas inconscientes, pagamos um preço por diversas vezes muito alto, isso se chama "imaturidade".
Nessa brincadeira podemos perder uma pessoa querida e que gostamos ou até mesmo que fizemos planos de casar, e de repente depois de tanto tempo tudo vira pelo avesso.
As consequências nos trazem sofrimentos e até chegamos a pensar que vamos viver dia após dia de mãos dadas com o vazio.
Mas, na realidade é como diz aquele velho ditado "há males que vem para o bem". Por mais que nossas escolhas sejam inconscientes nada em nossa vida acontece por acaso..
Pensando de um lado, talvez essas coisas tinham que acontecer para chegarmos ao caminho da felicidade, ou até mesmo ir de encontro à nossa verdadeira "cara-metade".
É nas mancadas da vida que a gente aprender a viver de uma forma melhor, mais madura e consciente.
Reconhece seus erros, aprendi a pedir perdão e segue em frente. E se tiver sorte encontra um novo amor, perde o medo de viver com ele. Constrói uma nova história, um novo recomeço.
Só que o mais interessante disso, tudo que podemos perceber é que através dos nossos erros, é visível quando o outro não nos corresponde mais.

Sentimento de Posse

O que será na verdade "sentimento de posse"?. A própria palavra "posse",  já nos mostra o que ela significa, é uma forma egoísta de pensarmos que aquele alguém é somente seu, e nunca poderá ser de outro alguém.
Quando achamos que amamos, achamos também que aquela pessoa sempre tem que estar disposta à satisfazer nossas vontades e necessidades. Quer dizer, achamos que a mesma tem obrigações com nossa pessoa. E quando ela não quer satisfazer nossos desejos, ficamos mal humorados, procurando todos os seus defeitos possíveis para exacerbar nossa "birra".
Não podemos pensar em tentar deixar um alguém ao nosso lado por conta do sentimento de posse. Toda pessoa precisa viver sua vida independente de qualquer coisa ou alguém.
Nem devemos fazer esse alguém vivendo como escravo da nossa história, se anulando, sem fazer o que se quer.
É muito chato tornar uma pessoa prisioneira de nossos desejos, dos nossos medos, das nossas angústias, a não ser que de fato exista um relacionamento de cumplicidade e amor.
Mas, isso se torna compreensível aos nossos olhos, pois esse elemento é característico da espécie humana o de ser "egoísta", ou seja, de pensar primeiro em si para depois lembrar dos outros.
"Posse" é bom, na medida certa, e quando se é coerente. Agora, sentimento de posse demais não é legal, por que o mundo e as pessoas não giram a todo tempo ao redor de nós exlusivamente.
Seria o mesmo, que prender alguém numa cadeia, vivendo por viver, com medo de se mostrar, porque sempre acha que o outro é primordial. Deixando sua essência para trás, e abandonando seu próprio eu. Por isso, volto a dizer as pessoas não são propriedades nossas, nem são bonecos, com sentimentos não se brinca.

domingo, 4 de março de 2012

Diferente?

Nessa noite calorosa existe um clima bem reflexivo e receptivo. Noite dos conselhos, das amizades, das palavras certas no momento certo. Estou num processo que nem sei explicar, quando tudo se mostra numa situação onde eu poderia ficar no estado bem desestimulante, reajo completamente inversamente de tudo que um dia, eu reagiria. Os dias passam, vejo as horas andarem rapidamente, nunca penso que nada pode dar errado, mas, de qualquer forma continuo tentando. Parece que quanto mais os anos passam, me sinto como uma adolescente ainda cheia de sonhos a ser realizados. Me pergunto todos os dias "quantos anos eu tenho?", já não vejo isso como uma derrota, e sim como uma solução para aqueles problemas que eu pensava que nunca poderiam ser resolvidos. Mas, continuo caminhando naquela fé, que também não sei de onde vem. Naquela serenidade que também não sei explicar. Às vezes sinto-me em testes, mas ao mesmo tempo, vejo isso como necessário, para criar resistência perante todos os obstáculos. 
Será que ser diferente é assim? Será que pensar que é igual ao resto do mundo, e nunca ser? Não, não sou uma pessoa comum, disso tenho certeza. Perdou muito fácil, não consigo ter sentimentos ruins por ninguém. Verdade, eu sempre acredito que todas as pessoas podem mudar, sempre acreditei em mudanças, em evolução. 
Enquanto assisto pessoas se desgastando por problemas pequenos, e totalmente sem por que, fico sem entender o motivo de tanta discussão. Encaro isso com muita indiferença, é como se eu tivesse de cima de um apartamento no quadrigésimo andar, e estivesse olhando pra baixo do prédio, e visse as coisas do tamanho de formigas. São muitos pensamentos pequenos pra pouca atitude. Muita ignorância pra muito estudo. Não sei onde isso pode parar. Não tenho paciência pra futilidade, e palavras sem fundamentos.
Atualmente, apesar dos apesares, minha mente só consegue assimilar coisas boas, conversas relacionadas a crescimento, chegada de conclusões sobre erros e acertos. Pessoas vazias longe de mim. Não tenho aptidão pra discutir sobre grifes, ou a respeito do último programa de Fernanda Lima falando somente de sexo. Acredito que o sexo não é nenhuma novidade pra ninguém. Melhor me deixar com "De frente com Gabi", muito mais produtivo. 


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Advém da arte



Minha vida é uma obra de arte.
Desenho, pinto, escrevo, falo, canto, amo.
Mas, o desenrolar desse desenho é complicado.
A pintura vem como uma dúvida terrível.
A escrita um alicerce do meu desabafo.
O falar reproduz o meu.
Canto pra a tristeza espantar.
Amo, amo tanto, que crio mais artes.
Dependo das minhas obras para exacerbar.
O que quero, o que não quero.
Sem seguir uma determinada direção.
Sem seguir uma linha reta.
Traços desobedientes, desses sim vivem minhas artes.
Não existe um padrão, uma regra, uma política.
A favor sempre da mão e das vontades livres.
Pra quem é artista não tem censura.

O presente



Sem pré-meditar caminhei numa direção. Lembrei-me do presente. Andei, voltei, pensei naquela estação rodoviária. Muito louco pensar em presentear alguém que não é seu. Várias imagens de objetos vinheram na mente, isso me rendeu uma confusão mental. Estranho presentear um alguém que não participa do seu cotidiano, mas, que está presente em alguns relances da sua vida. Difícil adivinhar do que o mesmo poderia gostar, imagina escolher a essência do presente. Não! Não é perfume!, são meros chocolates, com gosto de conhaque, e outros com gosto de licor com cereja. 
Sem muitos trocados na mão no momento, mandei preparar uma cesta enfeitada, recheada de chocolates finos, embalagem bonita, laços amarelos, etc. Enquanto observava o processo do embalar, idéias a respeito desse alguém perpetuava na minha cabeça. Me perguntava milhões de vezes se o presente iria atendar as expectativas. Às vezes sinto-me numa novela mexicana. Faço coisas que nunca fiz, penso coisas que nunca pensei, dou sorrisos de uma forma que nunca pensei em sorri. Mas, tudo é questão de viver, provar, experimentar. Agora, o presente da embalagem bonita, está numa sacola bem perto de mim. Vou acordar e dormir com ele ao lado. Mas, o dono está prestes a busca-lo. E ele vem...
Ele vai chegar na minha porta, sem avisar. Devo ganhar uma garrafa de vinho, como sempre. E um sorriso tipo aquele "coração vagabundo".  Um jeitinho de menino que sabe me cativar. Um menino que se mostra inocente, e na verdade me dobra como um papel. Me arrasa, me ama, me destrói, e pior me apaixona.

Pequeno desabafo



Seu beijo não é qualquer beijo.
Seu toque não é qualquer toque.
Seu sorriso não é qualquer sorriso.
Seu abraço não é qualquer abraço.
Vivo num eterno sonho.
Um tal de querer te amar.
Você me ama como um príncipe.
E me destrói como um vulcão.
Ando na sua espera.
Ou lá ou aqui no meu pensamento está você.
Finjo não sentir a falta.
Mas, lá dentro ele chora, o meu coração.
Onde já se viu? Desejar metade de uma outra metade.
Sendo que tenho uma metade.
Chocolates penso em te dar.
Sinto-me numa contagem regressiva.
Tentar te conquistar em dias.
Não posso te perder.
Ainda assim, sei que tens um sentimento por mim.
Confusão tremenda essa nossa vida.
Você entra no barco, e eu entro logo em seguida.
Você me olha, eu te olho.
Eu te olho, você me olha.
E de repente nunca sabemos o que fazer.
A única certeza que temos é que logo em seguida vamos nos amar eternamente.
Não suportaria jamais sair sem tentar.
Apesar de saber, que posso sair a qualquer momento.
Mas, jamais dessa luta, saio sem antes tentar.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Papel sujo


Por que precisamos do dinheiro? Sempre faço-me esta pergunta. Suamos para consegui-lo, alguns nem fazem esforços para tanto. Por conta de um papel sujo, e que nos dá poder, se sentimos auto-suficientes para obter o que desejamos, e que muitas vezes não satisfazem nossos prazeres da forma que queríamos.
É verdade...o capitalismo selvagem nos deixa dependentes totalmente do mesmo, transforma personalidades, uma má influência sobre os seres humanos. Normalmente ouvimos alguém dizer "dinheiro não é tudo na vida", mas a realidade é inversa nesse mundo, dinheiro é sim tudo na vida, pois sem ele não somos nada diante da sociedade, não somos ninguém, não temos nada, não nos sustetamos, além do quê tratando-se de auto-estima ficamos vazios por não ter dinheiro para preencher nossos dias. Não desmerecendo o sentimento em relação nossos familiares e amigos, mas infelizmente necessitamos desse infeliz papel.
O dinheiro conquista pessoas, nos oportuna adquirir coisas materiais que sempre sonhamos, transformamos corpos e personalidades da qual nunca fomos. Se esse papel é uma fraude, imagina nós mesmos? O capitalismo selvagem nos cega, nos torna egoístas, nos faz pensar que tudo na vida é uma troca, "você paga com o papel, e recebe nas mãos um objeto", o que mais o homem pode inventar?
Esse sistema de mercado me cansa...essa dependência é desanimadora...enquanto o mundo precisa do calor humano, as pessoas cada vez mais pensam no dinheiro.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Eu, simples assim...


Sou mais uma herdeira desse mundo globalizado, dependente do capitalismo selvagem.
Uma transgressora de leis quando se trata de um bom coração.
Um ser que dita frases subentendidas. Faz perguntas, ao invés respondê-las.
Sou uma breve observação numa pequena brincadeira.
Considero "limite" um item banal, "fazer" uma arte.
Sou uma caixinha de segredos, um túmulo, ao mesmo tempo uma pedra.
Mansa como a maré, terremoto quando se é necessário.
Necessito do contato com qualquer ser vivo, até aqueles menos operante.
Preciso viver com a mesma liberdade que sobrevive dentro de mim.
Contagio todos com alegria e amor, assim os dias se tornam perfeitos.
Por vezes, não exalo pensamentos em palavras, mas atitudes exalam a essência que permanece.
Poesia, música, livros, interações de qualquer tipo me inspiram.
Sou uma sensibilidade oculta, que só é percebida quando há contato.
Arrependimento, não é para se pensar, e nem ser lembrado, é pra ser esquecido.
Troco uma briga por um sorriso.
Aprecio o belo, as paisagens, as estrelas, o sol.
Um ser vaidoso, encantador. Uma humildade inexplicável.
Um ser sem apego ao material, e corrente do emocional.
Valorizo as pessoas e tento compreendê-las cada uma delas.
Luto pelo que quero, não desisto facilmente de um objetivo, mesmo que esse possa demorar séculos. Paciência, és a minha palavra.
Um tsunami interno, mas um riacho exterior.
Dotada de sentimentos verdadeiros e sinceros.
Apaixonada pela vida, e sobrevivente do amor, pois esse é meu alimento.
Me calo, quando necessário.
Me expresso, quando tenho espaço.
Não julgo aquilo que não vejo, apenas o que vejo.
Gosto de penetrar nas entrelinhas nem que seja por uma palavra ou outra.
O mistério me atrai, me faz fixar pensamentos e olhos no algo observável.
Me comunico, através dos olhos, esses sim, são espelhos da minha alma.
Aborto qualquer tristeza todos os dias.
Não tenho vergonha de chorar, perder. Mas, sinto-me vitoriosa quando ganho e conquisto.
O conquistado sempre tenho como um imã que me dá forças a cada amanhecer.
Não almejo ser conquistada, e sim conquistar.
Palavras me seduzem, mas atitudes me ganham.
O inesperado me chama.
Não resisto ao imprevísivel.
Não calculo o tempo.
Tempo pra mim é consequência, e ele é infinito.
Enquanto estou a gargalhar, analiso detalhadamente cada pessoa e situação. Então, socializo.
Socializo, apenas o que quero. O que não quero não precisa ser divulgado.
Não quero e nem penso estar na mídia, mas sim deixar bons sentimentos nas pessoas que amo.
Não queria ser mais uma...queria ser "uma"...
Filosofo a vida, os dias, os amores, navego num dicionário metafórico, mas acho mesóclise um charme, "beijar-te-ei".
Sou pura filosofia...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Texto sem fim

Cada paixão uma página rabiscada. Escrava do amor, eu sou. Mistérios, frases subentendidas, sinais ocultos, tudo atrai. Movida aos amores, coisas proibidas, lugares com semi-luzes, velas, sem nenhum pudor. A paixão me inspira, as pessoas são objetos dos meus poemas. Descubro, sinto, escrevo, és minha forma de viver. Trato experiências como eternas, ou seja, como algo muito além do que o momento, um algo chamado espiritual, mas ao mesmo tempo, sinto-me como uma analista da raça humana. Testo, experimento, pesquiso, analiso, observo, e nunca concluo. São muitas as diferenças, não chego a nenhum senso final. É um vício interminável. Quando penso que me aproximo do senso final, surge características novas para fazer parte de um conjunto de saberes adquiridos ao longo dessa minha jornada.
Sinto-me diferente das outras mulheres. Não que falte algo em mim. Mas, ainda sim, percebo nas diferentes essências muita coisa para ser estudada. Sofro da velha síndrome do "descobrir", do "conhecer". Meus olhos são meus instrumentos fundamentais, os detalhes são como peças da imagem visual que assim vou dando significados, e diretrizes de um comportamento no qual chamam a minha atenção.
Não acredito, todos me fazem mover os olhos. Por muitas vezes sem motivos ou não, me pego entranhando minha visão nas pessoas. E dos olhos, segue o sentir. No meu sentir há outros "sentires", cada um bem diferente do outro. Encontro-me numa variedade imensa do "sentir". E só alguns me fazem balançar. Nem tudo que é bonito visualmente, é bonito no sentimentalmente. Às vezes, o bonito é feio, e o feio é bonito. Complexo me entender, e toda essa raça humana.
Não termino esse texto...

Eu e ele, Ele e eu

Uma interrogação, um mistério
Algo que sempre quis desvendar
Suave como uma brisa
Penso que vivo num sonho
Eu e ele
Ele e eu

O abraço desejado
O beijo delicado
Rosto de criança
Corpo de homem
E na varanda...
Eu e ele
Ele e eu

Convidas com o vinho
Espero do imprevisível
O corpo de ponta a cabeça
Sentimentos variados
Eu e ele
Ele e eu

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Era você

O beijo sem gosto tornou-me estranha
Minhas mãos deslizavam pelos lábios para tentar apagar o ato
Ainda com o gosto da tua boca
Mil pensamentos transfiguram-se em algum sentimento
Percorrir a cidade, e o calor deixado trouxe mais uma nova experiência
A convivência deu sabor ao que não tinha
Deu asas a quem não mais vivia
O que era estranho transformou-se mais do que um conhecido
As descobertas de muitos olhares e gestos conseguia definir um grande amor
Fomos pegos de surpresa
A força dos encontros revigoravam nossas almas
O errado se tornou o certo
O sentimento profundo invadia nossos peitos
Fazendo com que a mente perdesse de vista toda razão
Tudo parecia tão eterno, que já não precisava sonhar
Seu cheiro passou a ser minha rotina
Seu gosto passou a ser o alimento da minha vida
Sua presença passou a ser minha segurança
E a respiração dos meus dias: "ERA VOCÊ"

Kamikase Doce

Eu sou um Kamikase
Mas, ao mesmo tempo sou doce
Sufoco-me com minhas próprias emoções
Me mato a cada palavra não dita
Me suicido quando penso em mágoas

Eu sou uma Kamikase
Quando minha vaidade me cega
E o egoísmo toma conta de mim
Minhas gargalhadas soam ironia
Que por muitas vezes agoniam

Eu sou um Kamikase
O meu viver é impulsivo
No sexo eu domino
Tenho o dom de desgovernar
O que mais quero é amar

Eu sou uma Kamikase
Cada decepção é um tiro
As lágrimas transformam-se em raiva
Já não consigo pensar de forma racional
Depois o amargo vira banal
E aos poucos fico doce...

sábado, 26 de março de 2011

Breve comentário: "Capacidades: profissional e intelectual".

Díficil comentar sobre a capacidade intelectual e profissional de cada um. Pois, cada indivíduo passou e passa por diversas situações e experiências na vida, em geral. Analisar esses dois âmbitos seria também pensar na educação que esse indivíduo adquiriu  ao longo do tempo.
É importante salientar que além, desses argumentos citados acima, o indivíduo possui uma consciência emocional, que pode estar ligada a sua auto-estima, vontade de crescer e aprender, sofridas decepções ou não.
Um conjunto de fatores devem ser avaliados tratando-se de julgamentos das capacidades, sejam elas quais forem. É certo de que, quando se quer realmente algo, mostramos interesse, e temos atitude para podermos atingir um elevado cargo dentro de uma empresa, ou então ser destaque em um determinado setor da mesma. O fator "SORTE" e "DESTINO" também podem pesar, trazendo assim motivações ou não para o indivíduo.

Violência na sua cidade

A violência urbana ainda é um dos grandes problemas enfrentados pela população da cidade de Salvador. A falta de segurança atormenta e é predominante em muitos bairros da periferia na sua grande maioria. Mas, isso não quer dizer que nos bairros de classe alta não ocorra esse problema.
Diante das desigualdades sociais existentes em Salvador, a população se torna vítima, ou até mesmo culpada por um crime. Ela se torna vítima, quando a mesma é ameaçada a mão armada, e/ ou algum bem  ou a vida de alguém próximo é eliminado do rol de amizades do seu meio familiar.
No caso, a população se torna culpada, quando muitas vezes a mesma se mantêm omissa ao ver e presenciar a violência em algum meio urbano, deixando e colaborando com o aumento de criminosos no minicípio.
Com a finalidade de solucionar o problema, a prefeitura da cidade poderia criar programas educativos-culturais direcionados a essa parte da população que fazem coligação com o mundo do crime, estimulando-os à praticarem atividades ligadas á arte, como por exemplos, artesanato, teatro, dança, literatura, etc. Pois, de alguma forma isso seria um alicerce para ocupar espaços vazios na vida da mesma. E quem sabe, esses mesmos criminosos, não se transformam em grandes artistas?

domingo, 20 de março de 2011

Coisas do coração

Você surgiu na minha vida sem menos esperar. No início foi algo muito novo para uma pessoa de 26 anos, e que nunca tinha passado por tal experiência. Brinquei, sorri, curti, tirei sarro, eu sei. Vivi momentos de aventuras, e que aventuras!!!! Não levei isso tão a sério, mas eu nunca sabia até quando eu poderia, ou não poderia. Tudo era bem lógico, mas ao tempo confuso. Não sabia o que pensar, o que dizer, e que atitude tomar. Na verdade, eu só queria viver sem limites, aproveitar cada minuto com muito amor.
O imprevisível parecia me perseguir a todo momento. Tudo era muito surpreendente, às vezes triste, às vezes compreensível. Nunca entedia muito o que cada situação queria me dizer. Mas, fui levando isso até o fim...
O fim não foi que nem aquelas histórias que os pais contam para seus filhos antes de dormir, o fim aconteceu sem um término concreto, sem um motivo cabível, sem conversa, sem nada...ficou tudo meio que voando no espaço. Só que depois a história começa a dar continuidade, mas depois se perde no meio no caminho, fazendo criar feridas, e apertos no coração.
O pior não é isso. Não sei se o silêncio às vezes ajuda ou arruína com tudo. Se bem que dizem por aí que " a melhor resposta é aquela que não se dá", talvez seja assim. Talvez os acontecimentos façam com que as pessoas reconheçam as burradas que fizeram, e assumam suas mágoas. E espero que os seres humanos se tornem "verdadeiramente humanos", e que eles compreendam, conversem, desabafem, perdoem, chorem, sejam felizes, mas de coração. E o mais importante sem prejudicar o outro.
Aprendi que tudo que nos fazem machucar precisam ser enterrados, e é isso que irei fazer. Não podemos deixar que as coisas ruins nos manipulem, e tomem conta das nossas vidas, impedindo todos de produzir, e pensar com cautela e consciência. Na verdade, como diz algumas das minhas amigas, "abstraiam", essa é a palavra para tal. Assim como a história, os sentimentos também podem se perder no meio do caminho, e voarem pelo espaço.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Liberdade

Quanto custa o preço da liberdade?
Sabe, ganhar a liberdade é muito bom.
O sentir de poder ir e vir nos torna auto-suficientes.
Até na hora das escolhas, a liberdade tem que ser presente.
Ninguém te investiga, e nem fica na espera de satisfações.
O tempo parece infinito, e cada momento é como se fosse único e último.
Mas, não...
O querer sempre mais, não tem fim.
Todas as vontades precisam ser realizadas, não importando como, e de que forma.
A situação de estar livre é inexplicável.
Respirar outros ares, jogar conversa fora, estar com os amigos, por muitas vezes é uma grande terapia para quem está a procura de liberdade, seja ela qual for.
Desvincula-se do outro, às vezes nos parece díficil, mas nunca é impossível.
Por que não construir uma outra história?
Por que não arriscar em outros amores?
Ou até mesmo seguir o rumo sozinho.

sábado, 8 de janeiro de 2011


São de passagens e muitas aventuras que sobrevive um amor proibido. Algo bem casual, frequente, inevitável. Mas, ao mesmo tempo tudo parece novo, e provoca um vício interminável no indomável coração de quem embarca. O desejo por um beijo se torna constante, aliás durante 24 horas por dia. O visual enfetiça, assim como a mágica da varinha de uma fada.
O imprevisível impede muitos acontecimentos, e deixa sentimento de saudade por todo corpo e pela mente. Às vezes o ato de desgovernar se torna presente, e a perca da noção nessa ocasião é viável.  De repente o aquário está quentinho e confortante, e é tudo muito seguro. Por muitas vezes, um dos peixes escorrega, e fica muito díficil manter um certo controle sobre ele. E quando ele escorrega, a tristeza invade o peito, o coração aperta, e a saudade dói.
Ter de esconder sentimentos é muito ruim. Viver sob metáforas então, é assinar tratado de morte. Tudo fica muito subentendido nas entrelinhas. Tentar traduzir códigos não definidos cansa, e faz surgir vontade de desistir daquele amor proibido.
Amor proibido, talvez não seria a frase. A frase seria uma paixão louca e proibida. A palavra amor dá a impressão de algo eterno, quem sabe? Assumir esse sentimento seria suportar preconceitos, críticas  e muitas outras coisas entre famílias.
Termina 2010, começa 2011. 2010 foi um ano produtivo no lado profissional, um resgate de raízes, repleto de situações novas, e instigantes. Experiências em geral que valeram a pena viver, e reviver, deixando muitas saudades, e coração apertado. 2011 veio com tudo, um ano que será bem decisivo, e isso foi o objetivo de muitos pedidos, além de muito trabalho.
O caminho começou a ser traçado, as circunstâncias surgem repentinamente, levando a crer um futuro bonito e bem próximo. Aos poucos tudo está se encaixando conforme uma outra lógica na qual sempre existiu, mas vem sendo decifrada há anos atrás.
Muitos conhecimentos, amizades novas, e uma amplidão de oportunidades estam se abrindo. As portas que tanto foram desejadas, finalmente vem à tona. Insistir em uma finalidade para a sua vida, é realmente passar por muitas coisas, sejam elas, tristes ou felizes, poís só assim se encontra o final da partida, e parte para a tão esperada estabilidade.

Ainda balaçanda...muito pensativa...e com muita saudade é assim que se inicia 2011...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Duro ser...duro ter...duro fazer...

Duro ser sozinha.
Duro ser sempre você por você mesmo.
Duro ter dependentes.
Duro mostrar-lhes o caminho certo.
Duro você ter que estancar seus sentimentos.
Duro você viver como tudo estivesse bem e ainda assim consegui sorrir.
Duro fazer coisas por pessoas que você gosta, passando por cima do seu ego.
Duro você abaixar a cabeça, mas não abaixa-la totalmente.
Duro ter que seguir regras que não são suas.
Duro cumpri-las e pedir forças para seguir em frente.
Duro se tornar adulto.
Duro mais ainda você lutar com suas próprias pernas.