segunda-feira, 5 de julho de 2010

Palavras que saíram

Escrevo mais uma página em branco.
Minha inspiração se esconde, e só consigo sentir ao som de uma canção.
Não sei se sou poeta.
Também não sei se todos gostam do que escrevo.
Mas, toda vez que surge alguma idéia ou palavras soltas paro o que estou fazendo.
E sei que necessito pôr-las no papel.
Por muitas vezes não bordo as letras,
Pois tenho de escrever rapidamente,
Para o movimento das minhas mãos acompanharem o meu pensamento simultaneamente.
É como um cantor compondo suas músicas.
Pena, que eu não toco nenhum instrumento!
A sensibilidade que está em mim,
Só eu posso sentir,
Mas, gosto.
Pois, posso mostrar ao mundo a visão e a essência do meu ser.
Onde tudo parece óbvio para uma grande maioria,
Só que para mim a inspiração sempre está além do óbvio,
Do qual os outros enxergam.
Não que isso seja banalidade para alguns,
Mas, para mim é sinal de sabedoria.
E não há nada mais sábio do que reflexões e lições de vida,
Afinal, o crescimento humano, como pessoa e como peça do meio,
São coisas que deveriam ser pensadas frequetemente.

3 comentários:

Allexandre disse...

Sua "Bruxa' arte escorregando nos dedos, adorei
volto aqui e te sigo!!!!!
www.oialexandre.blogspot.com
bjs

Beto Lopes disse...

Postei teu texto noeu blog, acompanha: http://stillobrasil.blogspot.com/2011/01/palavras-que-sairam.html

Thaa. disse...

E eu sempre me sinto assim...

"Também não sei se todos gostam do que escrevo.
Mas, toda vez que surge alguma idéia ou palavras soltas paro o que estou fazendo.
E sei que necessito pôr-las no papel."

Ninguém às vezes precisa entender o que escrevemos, apenas nos sentimos bem ao faze-lo.
egocitrus.blogspot.com